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Para preveni-las devemos
primeiramente atentar para o tipo de variz que possuímos, (de pequeno, médio
ou grosso calibre), e como estamos nos descuidando para torná-las cada vez
maiores e mais numerosas. Se possuímos familiares diretos portadores de
varizes, já é um indício para termos maiores cuidados preventivos , pois a
hereditariedade conta muito forte na doença varicosa.
O que fazermos então?
1 - Cuidar do nosso corpo como um todo. Pessoas obesas terão uma agravação
considerável do seu quadro. A tendência das varizes é sempre aumentar o
calibre, se tornando mais grossas com o aumento acentuado do peso corporal.
Estando com o peso normal, o tratamento é facilitado.
2 – Evitar sobrecargas, portar pesos diariamente ou fazer atividades físicas
do tipo musculação ou alto impacto, porque provocam uma maior tensão nos vasos
e, por conseqüencia, a sua dilatação e/ou formação de outras varizes.
3 – Não submeter o corpo à exposição prolongada de temperaturas elevadas tipo
sauna, sessões de bronzeamento , banhos quentes demorados, porque também
provocam uma maior dilatação dos vasos.
4 – Repousar, sempre que possível, com as pernas elevadas após um dia de
atividades mais intensas. Podemos até deixar um calço nos pés da cama de
aproximadamente 7 cm, para favorecer o retorno venoso, já que os pés ficarão
mais altos que o coração, ao deitar.
5 - O estresse como o grande mal para o organismo deve ser sempre amenizado
com atividades lúdicas, passeios, caminhadas e bom humor. Em nossa
experiência, pessoas amarguradas, constantemente estressadas e sobrecarregadas
de afazeres diversos sem momentos de lazer tendem a possuir muito mais
varizes, devido à maior tensão provocada nos vasos.
6 – O tratamento esclerosante só deve ser feito, quando indicado por médicos
angiologistas e, de preferência, para as varizes de pequeno calibre.
Existem vários métodos de esclerose ( aplicação ) de varizes: laser,
radiofreqüência e injeção, todos com bons resultados quando bem executados ,
desde que o paciente de seqüência ao tratamento e siga as orientações do seu
angiologista, pois é fundamental a continuidade do tratamento para escolha do
método que melhor se adapte ao seu organismo.
Matéria publicada na Bem
Estar. |